terça-feira, 23 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

O que ainda falta acontecer nas igrejas?


Eu ainda era seminarista quando pela primeira vez vi um cartaz convidando as pessoas para uma "Sessão de Descarrego" na Igreja Universal do Reino de Deus. Era 1999, eu estava em Goiânia e achei aquilo um absurdo. Cheguei a pensar que se tratava de uma campanha local, tamanho era aquele disparate. Para infelicidade de todos os que amam a Cristo e sua Igreja, aquilo não era apenas local e nem temporário, mas perdura até hoje como uma das coisas mais comuns entre o "povo de Deus".

Mas antes mesmo da Sessão de Descarrego, observando a IURD com seus copos d'agua sobre a televisão (técnica adptada e roubada de Alziro Zarur - fundador da Legião da Boa Vontade) tive uma "visão" de que as coisas não iriam parar por ai. Minha visão é claro não foi exatamente um insight, mas apenas a constatação escatológica de que a tendência até que Jesus venha é quase sempre piorar (Mateus 24.6-12; 1 Timóteo 4.1; 2 Timóteo 3. 1-5). Pois então, de 11 anos pra cá, conforme minha previsão as coisas vêm piorando.


Lembro-me de brincar com alguns colegas sobre as possíveis heresias que ainda podiam surgir. Era o caso da "Igreja do Cabide", ou seja, uma igreja para praticantes do naturismo. Recentemente li um artigo sobre evangélicos que são adeptos de tal pratica (ou filosofia de vida - como preferir).


Considerei igualmente a possibilidade de existirem programações na igreja que serviriam de "trampolins" para encontros sexuais entre os membros. Pois bem, em algumas terapias do amor encontradas por ai, o que se consegue ao fim da programação é justamente isso: sexo fácil. Não poderia ser diferente num encontro entre pessoas carentes e que nada sabem a respeito do temor de Deus.


Sem "prever" isso, mas não me surpreendendo mais, o tema "palavrão" tem gerado grande polêmica a custa de um texto do Pb. Solano no blog O Tempora, O Mores. Trata-se de uma crítica a um texto do Caio Fábio apologético ao uso do palavrão (http://tempora-mores.blogspot.com/2010/03/palavrao-so-pra-garantir-esse-refrao.html). Algo que deveria ser tão básico na vida cristã é motivo de debate e ofensas.


Previ mais coisas que ainda não aconteceram, e que sinceramente espero não ver. Não as menciono aqui obviamente para não dar idéias a nenhuma mente perversa. Mas, da maneira como a igreja tem caminhado, fica difícil pensar em mais atrocidades da fé. Depois de tantos escandalos envolvendo igrejas e líderes, fica a pergunta: O que ainda falta aparecer por ai até que Jesus volte?

quinta-feira, 18 de março de 2010

O Espiritismo Segundo a Verdade




Considerando an passan algumas afirmações do Espiritismo, proponho nesse tópico uma abordagem reflexiva sobre onde eles acertam, mas onde também fatalmente incorrem no engano. Pode haver até um fundo de verdade, mas uma vez que se desencaminha para a mentira, perde-se e põe a perder para sempre.


Dizem os espíritas que todos os caminhos levam a Deus. Isso é uma grande verdade! Por mais que alguns cristãos verdadeiros irreflexivamente queiram negar essa afirmação, não se pode dizer que ela está completamente errada. Todos se achegarão a Deus um dia, e se apresentarão diante dele nesse dia de juízo, e ali serão julgados (Apocalipse 20. 11, 12). O problema da perspectiva universalista do Espiritismo ao falar em "caminhos que levam a Deus" é imaginar que todos estes conduzem o homem em uma condição aprazível, legítima, quando na verdade a realidade é outra. Apresentar-se diante de Deus por qualquer outro caminho é terrível, é caminhar rumo à condenação. Depois da morte não há outra instância na qual o homem se apresenta diante de Deus. (Eclesiastes 12.7; Lucas 16.22 -24). Mas o único Caminho que leva os homens a Deus na condição de filhos remidos e lavados de todos os pecados é Jesus (João 14.6). Esse é vivo caminho não se encontra dentre os demais, e por isso ele é único.


É dito também que sem obras ninguém pode ser salvo. Mas antes de falar mais, um parêntese: Não entendo que idéia de salvação pode existir para os que crêem na reencarnação. Mas relevemos isso e sigamos. Não é de todo errado dizer que o homem é salvo por obras. O que ocorre na verdade é que ele só pode ser salvo pela obra redentiva de Jesus. As obras do homem não têm valor algum para Deus, senão para a sua própria condenação. Mas a obediência de Jesus, sua vida e o que ele fez na cruz, são as obras pelas quais podemos ser salvos. O que é graça (e de graça) para nós, foi lei (e custou tudo) para o Senhor; é o castigo que nos trouxe a paz.


Mas ainda falando sobre obras, é válido lembrar a necessidade das boas obras. Onde se encaixam então as "nossas boas obras" muitas vezes requeridas? Certamente não servem para que sejamos salvos, uma vez que somente pela graça mediante a fé é que podemos ser salvos. Mas devem existir boas obras, uma vez que para elas é fomos salvos. Tratam-se das boas obras que Deus preparou de antemão para que andássemos nelas pelas quais Ele é glorificado entre os homens e não nós (Efésios 2.8,10; Mateus 5.16). Não somos salvos por nossas boas obras, mas somos salvos para as boas obras.


E finalmente, o que dizer a respeito da vida após a morte? Sem dúvida temos que concordar com eles quando dizem que depois da morte há vida, mas parcialmente apenas, pois há uma diferença crucial no conceito de vida aqui. Vida não pode significar a mera existência do indivíduo. De fato, uma vez o homem existindo ele é imortal do ponto de vista existencial. Mas não pode ser apenas isso. Deus pretendeu muito mais para o homem ao criá-lo que meramente fazê-lo existir para sempre. A vida eterna da qual a Bíblia nos fala diz respeito à qualidade relacional com o Criador. A vida eterna que recebemos em Cristo é a comunhão imperdível com Deus, nosso Pai. Por isso, crer na reencarnação é completamente diferente de crer na ressurreição. Crer que randomicamente uma pessoa reencarna para "evoluir" é no mínimo um péssimo gosto para eternidade. Essas idas e vindas de corpo em corpo não é o que a Palavra prescreve para nós. Ao homem foi ordenado viver uma só vez, e depois disso o juízo (Hebreus 9.27). Esse juízo se dará ao homem quando este ressuscitar, o que é para todos no último dia. Por isso é crucial que o homem tenha parte na primeira ressurreição, a saber, o novo nascimento, pois só assim ele será livrado da segunda morte (Apocalipse 20.6).


Sendo assim, apesar dos "acertos", naquilo que o Espiritismo está errado ele é fatal. A verdade sustenta-se pela Verdade, e de maneira alguma pode encontra-se relacionada com a mentira. Uma heresia sempre parte do que é verdadeiro, pois do contrário não seria um desvio. É preciso olhar não só de onde parte uma doutrina, mas para onde ela nos leva. Só Jesus nos leva a Deus na condição de filhos resgatados da mentira e da morte.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Cristãos e Corruptos - Qual o limite da relação?


Sem dúvida alguma Deus pode converter o coração de qualquer pecador. Seja o do mais perverso, ao mais (aparentemente) inofensivo . No caso de um político corrupto, um ladrão do dinheiro público, não pode ser diferente. Talvez o exemplo bíblico mais próximo dessa realidade seja o de Zaqueu, chefe do publicanos, que em Lucas 19 demonstrou arrependimento diante da "investida" de Jesus em comer em sua casa. Quando disse que abriria mão de metade de seus bens em favor dos pobres, e que restituiria conforme a lei aos que defraudou, Jesus exclama: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. Em 1 Coríntios 6. 10, 11 já se dizia que na igreja existiam pessoas marcadas por muitos pecados em sua vida pregressa, dentre eles o roubo, mas que estes haviam se convertido.


Parto então do princípio de que na Igreja de Cristo existem santos lavados e remidos, que um dia viveram atolados no pecado, e dentre estes, podem existir pessoas que um dia se envolveram em corrupção política. Mas, o que se vê nos últimos anos no cenário brasileiro é uma contínua associação de líderes evangélicos com corruptos [praticantes], quando não, protagonizando a própria corrupção.


Em 2005, André Petry, então colunista da Revista Veja, escreveu um artigo chamado "Corruptos de Fé?" (http://arquivoetc.blogspot.com/2005/04/andr-petryos-corruptos-de-f.html ). Nele foi retratada a corrupção do deputado "evangélico" Alessandro Calazans, flagrado em uma filmagem pedindo propina quando presidia uma CPI na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Ele foi inocentado pelos deputados "irmãos" (cerca de 25). Petry não destacou o fato de se tratar de um evangélico corrupto, o que ao seu parecer, não faz a menor diferença para com um espírita, católico, ou outro grupo religioso. Sua indignação foi com a associação dos irmãos no processo de absolvição, o que demonstra que a que uniu esses deputados estava acima de qualquer valor moral. Nunca gostei muito das posições adotadas por André Petry em seus artigos, mas devo admitir que sua crítica nesse episódio em questão foi bem imparcial.


Pois bem, cinco anos se passaram, outros escândalos relacionados a evangélicos também permearam as colunas da mídia. O mais recente, ocorrido em Brasília, onde a corrupção gospel se destacou através do deputado Rubéns César Brunelli, que orou junto com seus irmão em gratidão pela propina recebida. O distinto deputado é filho de Doriel de Oliveiro, fundador da Igreja Casa da Benção auto intitulado apóstolo. Este deputado tem em seu currículos de projetos de lei, destancam-se muitos projetos favoráveis aos evangélicos, em sua maioria festividades. Neste mesmo episódio também foi flagrado com as meias na mão, ou melhor, dinheiro na meia, o deputado Leonardo Prudente, membro da Sara Nossa Terra, denominação que pertence ao Bispo Robson Rodovalho. Até agora nenhum atitude pública foi tomada quanto a esse distinto membro da Sara. Paulo Otávio, que também têm estreitas relações com a Sara há muitos anos, é o vice-governador do DF, e está por um fio.

Como disse no início, creio no poder de Deus para converter homens atolados nos mais variados tipos de corrupção, e dentre eles o ladrões; mas o que dizer de homens que convivem com a verdade há muito tempo e não se arrependeram? O que dizer da relação entre pastores e esses homens? Onde fica a disciplina, uma das marcas de uma igreja fiel ao Senhor Jesus?

Não creio que a corrupção é como uma doença contagiosa, creio que "boi preto conhece boi preto". Creio que os corruptos se atraem, contrariando a lei da física de que os opostos é que se atraem. Esses corruptos da política encontraram apoio em outros corruptos, que antes de roubarem dinheiro, já assaltavam a verdade bíblica em benefício próprio. Nesse caso, ladrão que ajuda ladrão, tem a eternidade para condenação.

sábado, 30 de janeiro de 2010

A Patologização do Pecado II


O pecado não pode ser confundido com doença, como já expus anteriormente. Mas, em certo sentido, as doenças servem para uma melhor compreensão da natureza do pecado. Como disse, as doenças são anomalias que causam um mal funcionamento do corpo, em suma, algo gravemente errado em nosso organismo que pode desencadear em morte.


Mas, se alguma coisa esta errada, empenha-se no conserto, e, quando se está doente, busca-se cura. Neste sentido encontramos a primeira proximidade entre o pecado e a doença. O pecado é uma evidência de que há algo errado no ser humano. Alguma coisa anômala encontra-se na humanidade que produz tantas mazelas em sua existência. O pecado é uma doença no sentido de que aponta uma disfunção moral radicada na humanidade. Isso deve nos fazer pensar que existe um perfeito funcionamento para o ser humano em sua conduta moral. Jesus é a perfeita humanidade que contrasta com todo o pecado cultivado ao longo dos séculos. Nele temos a cura para para esta enfermidade.


Em um outro sentido muito explorado na Bíblia, doenças são associadas ao pecado como ilustrações. As características das enfermidades apontam para os efeitos do pecado sobre o homem. O caso da lepra pode muito bem ser associado à insensibilidade do coração para com a própria miséria espiritual. A cegueira é como a incapacidade de ver a direção que Deus dá. A surdez não permite que se ouça a Palavra que salva. A paralisia de algum membro nos a incapacidade em obedecer ao mandato deixado por Deus. É bom ressaltar que isso tem carácter ilustrativo, e que não necessáriamente se aplica ao enfermo. Muitos cegos enxergam espiritualmente melhor do que pessoas que não têm nenhum problema de visão; muitos surdos da mesma forma ouvem melhor. Em todos esses casos, a Palavra é a cura para a cegueira, a surdez, a insensibilidade e a incapacidade do homem para com o que Deus têm para ele.


Finalmente devo expor a íntima relação entre doenças, pecados e morte. Enfermidades são associadas à morte como somar dois mais dois e encontrar quatro. Uma dença não tratada evolui para a morte. O que não se considera na maiorias das vezes é o sentido inverso dessa equação, ou seja, como a morte evolui para as doenças. Em Gênesis 3 podemos observar esse "fenômeno" quando Deus puniu o pecado com a Morte. Houve morte em vários sentidos. Primeiramente espiritual, pois o relacionamento harmonioso com Deus foi quebrado (v. 8). Depois a social, pois a harmonia entre homem e mulher também se desfez (v. 12). Houve finalmente morte física, pois o homem não continuaria íntegro como fora criado, pois seu corpo seria separado de sua alma (v. 19). A morte física foi o último juízo aplicado por Deus sobre a humanidade por causa do pecado, e faz com que todos se lembrem que existe um julgamento sobre todos os seus atos. Muitas doenças são consequências do estilo de vida que se têm, não havendo zelo pela própria integridade física.


Assim, o pecado indiretamente é a fonte de todas as doenças, pois estas são agentes da morte física. Mas como afirmou-se no início, assim como há uma expectativa de cura para todas as enfermidades, há expectativa de santidade frente ao pecado. Deus criou o homem perfeito, em todos os sentidos, inclusive físico e espiritual. Todavia, à semelhança de uma pandemia, o pecado entrou na humanidade por Adão. Porém, Jesus trouxe cura para essa enfermidade mortal. Não é por acaso a associação que encontramos em Isaias 53. 4-5:


Certamente ele tomou sobre si as nossas infermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o refutávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado por nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.


Fica claro que nossas enfermidades ali estão em paralelo com as nossas transgressões, e que o sofrimento de Jesus é a causa de nossa paz e cura. Somos restabelecidos à Deus por meio de Cristo Jesus, que morreu a nossa morte na cruz. Como diz o título do livro de John Owen "A Morte da Morte na Morte de Cristo". Somos assim mais que curados, somos ressuscitados. Estamos livres não de qualquer enfermidade, mas da maior de todas elas, a Morte.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros!!! Trízimo?!?!?

O ApósTOLO Valdemiro Santigo, no mês de dezembro de 2009 lançou a sua rede em busca dos peixes estampados nas notas de 100 reais. Em uma campanha em que ele pede o trízimo, ou seja, o dízimo para cada pessoa da trindade, mais uma vez promessas de ganho maior são lançadas sobre o consumidores da fé caça-níquel.

Como de costume, o saquitel (furado - pois sempre tem outra campanha para abastece-lo) é acompanhado com uma cartinha, bem ao estilo daquela que as crianças mandam para o Papai Noel. O falso apóstolo e os seus jagunços sobem o monte com essas cartas para que Deus possa responde-las. Segundo o Mazzaropi* Gospel, com os 70% restantes, o investidor fará coisas que nunca fez(?), que o mesmo irá arrebentar no ano de 2010.

Diante de abominações como essa me pergunto: Até quando Senhor?

(*) É até uma ofensa à memória do grande comediante Mazzaropi essa comparação, mas tá pra nascer sujeito mais jeca que esse Valdemiro.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Não estamos sós!


A solidão assusta muita gente. Fugindo dela muitas pessoas se lançam em comunidades, reais ou virtuais, em busca de compania. Atualmente, a excessiva exposição pública é uma maneira de sobrepor a solidão ao extremo - é possível hoje "ter 1 milhão de amigos", ainda que nunca os tenha visto em carne e osso.


Nesse mesmo sentido, muitas pessoas querem se sentir acompanhadas de Deus. Dizer que não está sozinho porque Deus está presente pode ser muito confortante. Considerá-lo um amigo tem sido um recurso que muitos têm adotado, ainda que em muitos casos se trate meramente de um conhecimento virtual. Contudo, a compania de Deus tem o seu outro lado, por vezes ignorado.


Não gostar da solidão, nem sempre significa querer uma compania 24 horas todos os dias. É muito bom ter amigos, mas todos querem um espaço para si. Mesmo aqueles que sacrificam sua intimidade em busca da fama se ressentem da exposição excessiva. Como num pendulo, ora fogem da solidão, ora procuram estar sozinhos. Mas com Deus não existe esse espaço pessoal, Ele está sempre lá.


Deus não é como um amigo virtual. Ele não pode ser bloqueado no MSN, nem deletado da sua conta do orkut. Ele não pode ser tratado apenas como um número infinitamente majoritário na sua lista de amigos, que serve apenas para aumentar o seu cacife como alguém popular. Ele sim tem uma "lista" de amigos chamada de Livro da Vida, onde adicionou na eternidade aqueles por quem daria o seu sangue. Ele é onipresente, e sendo assim, não temos privacidade alguma. Ele é onisciente, não se pode esconder nada de seus olhos. A Palavra diz que Ele nos conheceu ainda no ventre de nossa mãe, quando éramos substância informe; que nos cerca por trás e por diante, e que não existe palmo no mais profundo abismo ou no mais alto céu onde se possa dEle esconder (Salmo 139). Ele é o Deus que me vê (Gênesis 16.13).


Quando nos sentimos abandonados, sozinhos nesse mundo, esses atributos de Deus parecem confortantes. Mas quando estamos cheios de si, dedicados a qualquer tipo de autosatisfação, isso se torna incomodo. Não podemos esconder de Deus nada a nosso respeito, e se cremos que Ele é Santo, sabemos que há muitas coisas que temos feito das quais não se agrada. Não podemos fugir, e isso é terrível. Mas, por outro lado, convencidos e arrependidos do nosso pecado, é maravilhoso que encontremos nEle santidade. Não podemos pensar como nosso pais que em algum lugar do jardim, escondidos atrás de folhas despistariamos Deus. Tudo está diante dos seus olhos (Provérbios 15.3). E não se trata de mero conhecimento externo, Ele conhece o nosso coração melhor que nós mesmos (Jeremias 17.9, 10).


A solidão é terrível, mas a presença de Deus também pode ser. Só podemos nos render aos seus pés, ou perecer diante dEle. Em sua compania não existe meio termo, ou Ele é nosso maior e melhor amigo, ou o pior inimigo.