
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
2009, o ano que não acaba tão cedo.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
O Menino baiano e as Agulhas das Religiões Afrobrasilieras

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Qual o problema com os rótulos?

Muitas pessoas não gostam de ser "rotuladas". Como se fossem livres de qualquer identidade social ou influencia filosófica, essas pessoas supostamente não rotuláveis acreditam encontrar-se a parte de qualquer grupo previamente reconhecido. Pessoalmente questiono esse tipo de postura incógnita.
Entendo por rótulos toda e qualquer definição maior que o indivíduo assim identificado, e que o relaciona a outra pessoa ou a um grupo, e conseqüentemente, a uma linha de pensamento sustentada por outros. A meu ver o rótulo serve como um atalho na identificação filosófica da pessoa. Não se trata de uma completa definição de alguém (o que considero impossível em uma palavra), mas parte do que se pode atribuir a um indivíduo quanto à postura, comportamento ou conceitos.
Um rótulo em tese deve facilitar um diálogo adiantam o tempo que seria gasto em explicações acerca dos posicionamentos em debate. Sem contar que através dos rótulos podemos usar de uma clareza maior, o que torna um debate mais leal entre as partes, não dando ocasião a subterfúgios ou dissimulações. A pessoa assume quem e o que crê.
Às vezes fico pensando a respeito dos que se acham "inrrotuláveis". O que eles devem achar de si? Tenho algumas teorias diversas. Inicialmente sou da opinião de que existe um grande orgulho que não lhes permite associarem-se posicionamentos pré-estabelecidos. É como se a pessoa não pudesse deixar de ser conhecida pelo próprio nome, como se sua máxima referência foi si mesmo. Esse orgulho é um grande complexo de originalidade, uma enganosa concepção de independência de si para com o resto do mundo. Vivemos numa certa altura da história, onde ser original é bem improvável. Idéias, filosofias, concepções, modelos e estruturas já estão bem definidas, e as que surgem nunca são livres de influências ou referências. Portanto, porque um indivíduo se acharia acima de toda ou a parte de toda e qualquer nomenclatura? Só um ego maior que o mundo poderia imaginar-se tão original.
Existe ainda uma questão de sinceridade e coragem. Uma pessoa que foge de um rótulo tem passe livre para migrar e posicionar-se de acordo com a conveniência. Geralmente usamos o termo "político" para esse tipo. Os políticos brasileiros servem de paradigma nesse caso dado a constante mudança de partidos e posicionamentos. Não digo que mudar seja um crime, mas quando tais mudanças são constantes e contraditórias, é perceptível que se trata de conveniências e nunca de convicções. Coragem deve respaldar-se na convicção sobre algo, e a sinceridade leva o individuo a posicionar-se abertamente para quais quer que sejam as ofensivas contrárias. Nesse caso não há como escorregar e moldar-se ao pensamento ou a estrutura dominante: paga-se o preço por aquilo que se acredita.
Uma última teoria é irmã da segunda: a pura falta de convicção. Nesse caso o fator não se dá por desonestidade, mas por deficiência intelectual mesmo. Algumas pessoas julgam desnecessário qualquer convicção pessoal, e posicionam-se a parte de qualquer orientação que demande de estudo e profundidade. Eles realmente não acreditam no valor de um conceito, e afirmam com isso que qualquer definição pré-via é sinal de arrogância. Na prática isso subsídio para o famoso "não julgar". Admiti-se que cada um tem sua linha de pensamento, mas que isso não pode ser objeto de discussão. É a "verdade" de cada um, que no fim não pode ser apresentada de forma objetiva para que ninguém se sinta julgado ou inquirido a responder.
Creio que todos estes rótulos para os não rotuláveis podem acontecer individualmente, ou com maior ou menor ascensão de cada um. O orgulho, a covardia e a ignorância são rótulos dos não rotuláveis. Eles desprezam por um motivo ou por outro o que é corrente. Note que não estou dizendo que todo pensamento pré-elaborado é válido, e que não deve existir uma identidade pessoal construída com esforço próprio. Mas creio que somos marcados historicamente pelos que vieram antes, e que deles herdamos pelo menos a base de nossas proposições. Citá-los ou nos identificarmos com os que vieram antes não pode ser motivo de vergonha. É fato também que não podemos nos anular em razão de qualquer pensamento ou vulto histórico, como papagaios de pirata. Mas relativamente falando, um bom papagaio de pirata ainda é melhor do que uma lata genérica de idéias. Da mesma sorte devo acrescentar que tornar um rótulo motivo de orgulho, e anular-se em razão do mesmo, não acrescenta nada para o enriquecimento das idéias. O rótulo deixa de ser um atalho e se torna um disfarce para a fraqueza de quem não é solido em suas idéias, e vale-se exclusivamente do que é alheio.
Sinto-me (bem) acompanhado por Charles Spurgeon quando nos diz:
Alguns sobre o pretexto de serem ensinados pelo Espírito de Deus, se recusam a ser instruídos por livros ou por homens vivos. Isso não é honrar ao Espírito de Deus. É um desrespeito para com Ele, pois Ele dá a alguns dos seus servos mais luz que a outros - e é óbvio que Ele o faz - então eles têm obrigação de dar essa luz a outros, e a usá-la para o bem da igreja. Mas se a outra parte da igreja se recusa a usar essa luz, com que finalidade o Espírito de Deus a daria? Isso implicaria que existe um erro em alguma parte da economia dos dons e das graças de Deus, que é administrado pelo Espírito Santo.
Sendo assim, resistir ao chamado rótulo, é resistir a outro nome que tenha maior destaque que o seu. É não admitir a relevância que outros têm ao longo da história. É não querer comprometer-se, ou entender que qualquer definição maior a qual se engaja é altivez. Tudo isso é inútil, pois ainda que não sejam conceitos filosóficos ou estruturais, o orgulho, a covardia e o anti-intelectualismo são rótulos do caráter. É melhor admitir rótulos sobre as idéias que ser rotulado por motivos que não se pode debater, mas apenas lamentar.
sábado, 7 de novembro de 2009
Vivo pela fé
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
MODOCA... Parabéns!!!

Você é...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Aborto UNIVERSAL
O que ainda falta para as pessoas entenderem que a Igreja Universal do Reino de Deus está a serviço de Satanás? Agora, além de patrocinar o amor ao dinheiro, também patrocinam o aborto? O que ainda há de pior para vir?
É muito interessante a linha de falaciosa de raciocínio adotada. Enumeram-se conquistas históricas do movimento feminista: roupa, casamento, contraceptivo, trabalho e voto. Não vou me deter no no mérito de cada "conquista", mas é óbvio que nada disso se compara a importância de uma vida gerada. A rápida exposição desse histórico no video tem a intenção de não permitir que as pessoas parem para pensar na completa discrepância que existe entre esses assuntos e um bebê gestado. A pergunta final expõe a covardia de quem não quer assumir o pensamento assassino nitidamente, transferindo ao telespectador do video a resposta induzida.
Será que nessas decisões listadas não seria justo acrescentar o direito da criança sobre o seu próprio corpo? Será que a criança não têm o direito "decidir" viver?
Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão. (Salmo 127.3)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Gerações que vão, geração que vem.
sábado, 3 de outubro de 2009
Os Falsos Profetas (missionários, pastores, bispos, apóstolos) Contra Atacam

domingo, 27 de setembro de 2009
Mais um ensaio: O Tempo não é eterno, e a Eternidade não é Temporal

sábado, 26 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Aviso aos navegantes

segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Primeiro ensaio sobre o Tempo: O mito da História Cíclica.

Mas quem não é limitado no espaço e no tempo que atire a primeira pedra. Um conhecimento mais aprofundado sobre história pode nos previnir da arrogância ou do pessimismo. Porém, ainda não estamos livres de sentimentos que afloram a medida de tudo o que passa ao nosso redor e que nos fazem pender para um lado ou outro. Os tempos são difíceis, sem dúvida, mas isso não quer dizer que sempre foi assim, ou que tnunca foi assim. Existe uma linha média para melhor entender o tempo.
Além do conhecimento histórico, precisamos de entendimento bíblico sobre o tempo. Nas primeiras linhas de Eclesiastes é dito que não há nada de novo debaixo do sol, e com isso Salomão traça uma perspectiva pessimista sobre o mundo caido, onde a história é aparentemente cíclica (eu disse aparentemente), esteril e fadigante. Mas o livro de Eclesiates precisa ser lido mais até o fim, e com toda atenção para entendermos onde o filho de Davi queria chegar. Sua experiência como rei, que tudo tinha ao seu alcance, inclusive o que não devia, fez com que o homem mais rico, mais sábio, mais culto e mais "amado" por mulheres em seu tempo, percebesse que em nenhuma dessas coisas existia a verdadeira realização para o ser, e por isso era tudo vaidade, correr atrás do vento. Sua experiência longe de Deus, por mais regada que tenha sido de tesouros da terra, tudo que qualquer homem poderia desejar, não acrescentou em sua vida nada além de amargura.
O fim de Eclesiastes não deixa dúvida de que Salomão sabia que a história não é cíclica, mas que o homem passa, e a vida corre em direção daquele que a concedeu a existência. Um dia todos prestarão contas ao Criador, e por isso, é segundo seus preceitos que se deve viver. Não há voltas na história que possam livrar o homem desse dia. Por mais que tudo pareça estar como sempre esteve (2 Pe 3.4), ou que tudo já se fez novo, somente quando manifestar-se o supremo Juiz termos pleno entendimento de todas as coisas. Até lá, aguardamos e guardamos sua Palavra.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Domingo eu preguei: Trigo e Joio, juntos, parecidos, mas diferentes.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Calvinistas, Eleitos e Predestinados

Honey Leão, um amigo dos tempos do seminário, disse certa feita que até para crer na predestinação é preciso ser predestinado. Concordo! Só isso explica como alguém, mesmo já tendo nascido de novo, e sendo conhecedor da Palavra, desconsidera o axioma da soberania divina. Deus é o que é, e por ser assim, soberanamente determina e sustenta todas as coisas segundo a sua justa, santa e perfeita vontade. Ainda que não entendamos seus propósitos, e por vezes venhamos (inconscientemente ou não) duvidar de sua sabedoria no curso da história, somos chamados para sermos justos pela fé. Mas, como diria Herbert Viana, fé em que? Fé na justiça daquele que faz todas as coisas com retidão segundo o conselho de sua vontade (Efésio 1.11).
A soberania de Deus não é apenas a base para a predestinação, mas de toda amplitude da vida humana e da existência cósmica. Negar a soberania divina na salvação, pela lógica implica em nega-la na criação. Ou seja, como em meio a sua criação, soberanamente Ele decidiu chamar a existência um ser a sua imagem e semelhança, muitos séculos depois, Ele mesmo chamou este ser de volta a sua condição de original para a qual foi criado. E não só ao homem, mas também a toda a sua criação, uma vez criada e posteriormente por Ele amaldiçoada, chamou de volta ao estado de perfeição. Desta feita, não é por acaso que a Nova Criação e a Criação estão tão intimamente ligadas a soberania de Deus que nos concede a vida: E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas (Ap. 5). Ele fez a primeira vez, sem consulta ou auxilio externo algum, e da mesma forma o faz na segunda.
Muitos que se proclamam calvinista não entrarão no reino dos céus. Particularmente eu nem chamaria estes tais de calvinistas, uma vez que existe uma designação para eles: hipercalvinistas. Algumas pessoas dizem crer na soberania de Deus, mas desprezam completamente a responsabilidade humana. É imprescindível que aqueles que assimilam a graça manifesta no excelso amor de Deus que nos elegeu, igualmente reconheçam a necessidade de se submeterem a vontade soberana para suas vidas. Assim como Deus cumpre sobre a vida dos eleitos sua vontade de salvá-los, Ele também cumprirá nos mesmos a sua vontade de santificá-los, e a isso demanda de submissão. Na obra Soberania Banida, Wright deixa claro que Deus determina tanto os fins quanto os meios. Dentre esses meios, podemos incluir a obediência do homem ao que Deus determina em sua Palavra. Uma dessas determinações é que aqueles que foram alcançados pela graça salvífica preguem essa mesma dádiva amorosa a fim de que a mesma venha atingir outros eleitos.
Finalmente, é bom esclarecer que se crer na predestinação não é condição para ser um eleito, logo, nem todos os eleitos crerão na predestinação. Mesmo alguns que não aceitam a bíblica doutrina da eleição entrarão sim no reino. Apesar de crerem que em alguma medida fora dada uma "ajudinha" para graça de Deus salva-los, fato é que o amor de Deus cobre essa ideia arrogante. Se a graça se respaldasse sobre o quanto compreendemos a Palavra de Deus, ninguém seria salvo, e já a graça não seria graça e sim mérito. Por mais que um verdadeiro calvinista possa ter uma visão mais nítida da Palavra de Deus, respaldada na fé sobre a soberania divina, este nunca poderá exaurir ou responder infalivelmente a todos os questionamentos que existem ou que possam surgir. Por mais ou por menos que um calvinista possa conhecer a Bíblia, ele nunca poderia se dizer se intitular como tal se acreditasse que seu conhecimento pode exercer algum peso sobre a graça. Aos cada um dos eleitos será dada uma medida de conhecimento, mas a todos é necessário o dom da fé (Efésio 2.8).
Conta a história que George Whitefield foi duramente atacado por seu amigo Jonh Wesley por ser calvinista. Quando perguntado se no céu veria Wesley, Whitefield respondeu que não, pois o amigo arminiano estaria tão perto do trono de Deus que ele, distante como imaginava que estaria, não o poderia ver. Essa resposta não foi hipócrita e nem irônica, pois o grande pregador calvinista pediu que o amigo arminiano pregasse em seu funeral, o que de fato aconteceu. Creio que segundo a graça, tanto George quanto John estão hoje na presença de Deus, assim como estarão todos aqueles que Ele, em amor, soberanamente elegeu.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
O Desafio chamado Jó

sábado, 25 de julho de 2009
Calvino - Inimigo Público Número 1

sexta-feira, 24 de julho de 2009
Exploração Gospel de Menores

domingo, 19 de julho de 2009
Aviso aos Navegantes
terça-feira, 14 de julho de 2009
Mais um pesadelo

depois destas coisas ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidão, que dizia: Aleluia! Salvação, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor nosso Deus;
Porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.
E outra vez disseram: Aleluia! E a fumaça dela sobe para todo o sempre.
E os vinte e quatro anciãos, e os quatro animais, prostraram-se e adoraram a Deus, que estava assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!
E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes.
E ouvi como que a voz de uma grande multidão, e como que a voz de muitas águas, e como que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia! pois já o Senhor Deus Todo-Poderoso reina.
Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.
E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos.
E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus.
E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.
E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.
E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.
E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.
E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.
E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso.
E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.
E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus;
Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes.
E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército.
E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.
E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes. (Apocalipse 19)
domingo, 12 de julho de 2009
Pesadelos

sábado, 11 de julho de 2009
Hoje Preguei: João 8.32
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Aviso aos Navegantes
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Michael Jackson passa para a história.

quarta-feira, 24 de junho de 2009
Uma simples reflexão...

Em tempos de austeridade, não pega bem contar vantagem. Foi, pois, sem comentários que o bilionário russo radicado em Londres Roman Abramovich, 41 anos, acompanhou a partida de seu novo iate, o Eclipse, do estaleiro em Hamburgo para a primeira viagem de teste. O nome é apropriado: maior iate do mundo, o Eclipse tem 557 pés, custou 500 milhões de dólares e é equipado com sistema antimísseis, dois helipontos e um pequeno submarino para fuga rápida. O prazo de entrega é 2010. Enquanto aguarda, Abramovich – que com a crise perdeu bilhões, mas não a pose – pegou outro iate (tem mais três) e partiu com a namorada, Daria Zhukova, 27, para umas semanas de lazer no Mediterrâneo, com escalas na Itália e França.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Ainda existem Levitas?

O sacerdócio levítico ocupava-se de todo serviço do Tabernáculo e depois do Templo. Eles não eram apenas músicos, mas também uma espécie de zeladores e administradores do lugar onde os sacrifícios eram feitos. Também a linhagem desses sacerdotes era da tribo de Levi, da família de Arão. O sumo sacerdote era levita.
Mas sabemos, e o livro de Hebreus enfatiza isso, que Cristo veio como o maior e eterno Sumo Sacerdote, não da tribo de Levi, mas segundo a linhagem de Melquisedeque, que era além de sacerdote, rei de Salém (primitiva Jerusalém). Jesus entrou no Santos dos Santos com seu próprio sangue, e, sozinho, por nós ofereceu o maior, perfeito, único, úlitmo e suficiente sacrifício. Em tudo isso ele não foi assistido por ninguem.
Pois bem, Hebreus 8 esclarece:
Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade, Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem. Porque todo o sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; por isso era necessário que este também tivesse alguma coisa que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem tampouco sacerdote seria, havendo ainda sacerdotes que oferecem dons segundo a lei, Os quais servem de exemplo e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou. Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas. Porque, se aquela primeira fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para a segunda.
Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança,
Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; Como não permaneceram naquela minha aliança, Eu para eles não atentei, diz o Senhor.
Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;
E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior.
Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.
Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.
É nítido que o sarcedócio levítico passou, bem como a figura dos levitas. No N.T esse conceito só é explorado em Hebreus, e ainda assim para demonstrar que foi substituído pelo sacerdócio de Jesus, que era da tribo de Judá. Segue a declaração de Hebreus 7.11:
De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão?
Somos sacerdotes hoje? Pedro diz que sim:
Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; (1 Pe 2.8)Mas não se trata mais de um sacerdócio levítico, e sim real. Creio que somos sacerdotes segundo o Rei Jesus Cristo, servindo não segundo os rudimentos da lei de Israel. Somos segundo o Sumo Sacerdote, que já apresentou um único e suficiente sacrifício. O termo levita é anacrônico, nos remonta à lei, à necessidade de apresentar um animal e manter o templo em ordem. Cristo já se ofereceu, e por nós preparou o Templo, não aquele feito por mãos humanas, mas o celestial. Sigamos em frente, com Cristo, com fé em seu sacrifício. Não retrocedamos para o que passou (Hb 10.38, 39).
domingo, 21 de junho de 2009
Hoje preguei: Hebreus 13. 20-25
Essa é a primeira sobre a última. É a primeira postagem sobre o último sermão dominical de uma série de preleções. Hoje pela graça de Deus encerrei a exposição da Epístola aos Hebreus. Comecei a pregar nessa epístola em outubro de 2007. Esse é o quarto livro que exponho integralmente de maneira seqüencial. Os outros três foram: 2a Epístola de Pedro, e as de Tiago e Judas. Senti-me desafiado a pregar dessa forma em uma aula que assisti no SPBC (Seminário Presbiteriano Brasil Central) um tempo depois de formado. Nela o Rev. Helio afirmava a importância de se pregar em seqüência, seja através da exposição integral de um livro, como também pela exploração de um tema em diversas preleções. Ele também colocou a importância de imprimir nos irmãos o costume de ler a Bíblia de maneira seqüencial, através do exemplo da própria exposição bíblica dominical.
Pois bem, esse domingo nos despedimos de Hebreus. Sinto por não ter criado esse blog antes para que outras passagens pudessem ser registradas. Mas penso que não faltará oportunidade de inserirmos comentários provenientes dessa maravilhosa epístola que tanto exalta a excelência da pessoa e da obra de Jesus Cristo como nosso Sumo Sacerdote.
Nessas linhas finais de Hebreus, o misterioso autor passa de um pedido de oração para uma oração por seus leitores. Logo em seguida ressalta finalmente a importância de que sua palavra de exortação seja suportada. Em um parênteses do tipo “P.S” ele noticia a soltura de Timóteo, e encerra com despedidas e rogando a graça sobre todos os leitores.
O tema que trabalhei foi a Benção de Deus em seus termos. Hoje a palavra benção é doce na boca dos pregadores. Como as grandes lojas de eletrodomésticos, muitas igrejas tem ofertado suas bênçãos pelos mais variados preços. Essas bênçãos, ao contrário da encontrada na Palavra, têm cada vez mais distanciado o povo de Deus em sua santidade e justiça.
Creio que os termos da Benção de Deus encontrados neste texto são: 1) O Autor da Benção; 2) O Mediador da Benção; 3) Os efeitos da Benção sobre nós.
1) Deus de Paz é indiscutivelmente o autor da Benção. Ninguém a não ser ele pode abençoar. O escritor apenas ora pelos seus leitores, mas o sujeito de sua oração é o Deus da paz que pode aperfeiçoá-los. O Deus é de paz no sentido do concerto realizado com o homem mediante seu Filho. Esse é também a paz de Cristo, concedida diferente da que o mundo dá (Jo 14. 27).
2) O Mediador da benção é Jesus Cristo. É então enfatizada a ressurreição, seu perfeito cuidado sobre suas ovelhas, e o poderoso efeito de sua obra. Deus estabeleceu a paz conosco por meio da morte de seu Filho, e a prova disso é que o mesmo ressuscitou dos mortos. Ele é o grande Pastor, que pagando o mais alto preço por nós, não pode perder nem um dos que são seus. Finalmente as duas doutrinas principais dessa epístola são conjugadas na afirmação “pelo sangue da aliança eterna”, que significa que esse Pastor é o mesmo Sumo Sacerdote assentado a direita de Deus Pai, que estabeleceu por seu precioso sangue a Nova e Eterna Aliança (capítulo 8).
3) Somos assim abençoados na medida em que Deus nos aperfeiçoa operando em nós para cumprirmos sua vontade. Assim como fez com seu Filho, cumprindo nele seu propósito, também completará em nós sua obra, de maneira que vivamos pelo bem. Deus nada faz pela metade, e a sua obra que começou em nós ele completará com certeza (Fp. 1.6). Ele opera isso para que cumpramos sua vontade, e rendamos sempre glória a Deus. Ainda podemos considerar efeito da benção de Deus em Cristo, que possamos suportar sua Palavra (O autor relativamente expos de forma resumida, já além do tema tratado existem inúmeros outros a serem expostos). Além disso acrescenta-se que, mesmo passando por tribulações como Timóteo, devemos entender isso como benção e motivos para perseveremos. Por fim, que possamos viver em comunhão com os santos e os líderes que pregam a Palavra de Deus (v. 7, 17). Tudo isso é possível em razão da graça.
Creio que essa Palavra muito tem a nos falar sobre a natureza da benção de Deus, a qual não pode ser conciliada com um mercado da fé, onde as pessoas compram (muitas vezes literalmente) o que acreditam ser o benefício de Deus. A receptividade desses benefícios, como a do prato de lentilhas de Esaú (12.16), pode até matar a fome de artefatos materiais, mas demonstra o quanto se pode estar longe de Deus mesmo que usufruindo de suas dádivas. Nada supera a benção de Deus que é a eterna aliança de paz feita por Ele em seu Filho, o Sumo Sacerdote.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Quem tem posto a mão no arado?

Poderíamos dizer com a mesma propriedade que Paulo?
Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.
Gálatas 2.20
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Disse eu: Haja o meu blog!
Vicit Agnus noster, Eum Sequamur (Venceu o nosso Cordeiro, vamos segui-lo - lema dos moravianos)